Bem-vindo (a)

Para quem acredita na existência de Deus, há sempre uma luz radiante, ainda que a vida pareça mergulhada em profunda escuridão. Chega um momento que precisamos nos libertar dos grilhões, das amarras e correntes que nos enclausuram num pequeno mundo, sairmos da nossa caverna e irmos de encontro à luz.

sexta-feira, 24 de maio de 2024

Inspiração - Do fundo de minh'alma

 EM BREVE!



Depois de Alma de Escritor – Essência do meu Ser,  obra autobiográfica, em comemoração ao seu décimo livro publicado, o escritor Gilson Vasco, em breve, numa nova empreitada apresenta ao leitor Inspiração – Do fundo de minh’alma  sequência autobiográfica  que traz à tona um pouco mais da sua essência do ato de escrever, um pouco mais do que há de mais profundo na alma do autor

Nesta obra, o autor continua pincelando sobre sua essência, sobre a escrita — em especial a escrita poética —, seja antes mesmo de a inspiração se materializar no teclado do computador ou no papel, seja no cuidado com o polimento do texto.

domingo, 18 de fevereiro de 2024

QUANDO A ARTE ESTÁ NO SANGUE

 

Arte de metal - W. Metal - Exposição ao ar livre. Wanderley, BA. Foto: Gilson Vasco: 10/02/2024. 

Em dias bem recentes deste mês (de 09 a 13), viajei para a minha terra natal, grandiosa cidade de Wanderley, no oeste baiano. É praxe, ao chegar à cidade, perambular a pé pelas suas ruas (preferencialmente as mais desabitadas, porque consigo contemplar ângulos precisos que, talvez, passam despercebidos pelos que ali passam cotidianamente).

Sempre que visito minha cidade, muitas coisas chamam a minha atenção — as torres, as pontes, as caixas d’água, os paralelepípedos, o Tijucuçu... —, e dessa vez, uma arte, digna de contemplação conseguiu me arrancar um fôlego mais profundo.

Em minhas escritas, entrevistas e conversas do dia a dia tenho dito que Olhos D’água — distrital wanderleense — é uma fábrica de artistas. Nada disso é exagero. Olhos D’água é naturalmente um palco de artistas. No perímetro urbano de Wanderley, vez por outra, também surgem personalidades da estirpe dos “olhos daguenses” (se errei o gentílico, perdoe-me, confesso que minha ignorância não me deixou saber, ainda).

Enquanto caminhava pela espinha dorsal wanderleense, saída para o povoado da Lagoa do Oscar (porém, ainda no perímetro urbano), para ser mais preciso, que me deparei com uma exposição artística ao ar livre, digna de contemplação. Arte que a minha escrita não consegue descrever (e por isso, preferi deixar uma fotografia, já que uma imagem vale mais que milhares de palavras). Arte, digna de um profissional. Algum impetuoso artista plástico wanderleense, que carrega no sangue corrente nas veias o dom da criação, da representação... alguém tão criativo, nascido para brilhar ao ponto de conseguir ativar no outro o mais alto grau de sensibilidade contemplativa, através da arte.

Vando, ou W. Metal, não tive tempo para investigar melhor, porque, como mensurei, a viagem foi muito rápida, talvez por isso, uma das melhores visitas que já fiz a minha terra querida. Aliás, aproveito esta deixa, para agradecer a todos que me receberam com tanto afinco, carinho e dedicação — foram tantos, que nem ousaria tentar citar seus nomes.

Porém, o maior objetivo deste texto é de cunho reconhecedor: não poderia deixar passar em branco, porque o branco, embora seja uma cor tão natural quanto qualquer outra, remete à sensação do vazio. E eu voltei da minha cidade, extremamente cheio — como sempre volto depois que a visito — de nostalgia. Portanto, não poderia deixar de parabenizar o criador da referenciada aqui e reverenciada por todos com a chance de vê-la. Que o grandioso pai celestial continue orientando esse artista na arte do saber, na arte do desenvolvimento. Parabéns W. Metal.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Mais tragédias em Wanderley

Janeiro do ano em curso marcará para sempre a história do município wanderleense
Foto cedida

          Como se não bastassem os terríveis alagamentos em diversas partes do município de Wanderley, na madrugada da última sexta-feira, 26, com o transbordo do Tijucuçu, deixando dezenas de famílias desabrigadas, ceifando, posteriormente, a vida de uma idosa, dois dias após resgate pelo telhado da casa e internação hospitalar, nessa tarde de segunda-feira, 29, um caminhão perdeu os freios, enquanto descia a serra, nas proximidades da cidade e tombou na curva, vitimando o condutor e seu ajudante. Não houve sobreviventes. Anteriormente, uma caminhonete saída da cidade de Barreiras, carregada de donativos, também já havia rodada na pista, durante o percurso e, por sorte, seu condutor não sofreu danos.

Muitos wanderleenses perderam suas vidas em acidentes trágicos nessa estrada, pincipalmente, no trecho em questão. Uma das razões de tantos acidentes é o fato de em Wanderley ter uma serra muito perigosa. Nela, muitos cidadãos wanderleenses já encerraram sua vida material. A situação é tão macabra que, numa viagem de Wanderley à Lagoa de Oscar ou vice-versa, ficará assustado com tantas cruzes indicando perdas de vidas!

Antes de a estrada ser desviada e asfaltada, os condutores não abusavam da velocidade temendo uma derrapagem nos cascalhos, depois do asfalto, o número de acidentes aumentou consideravelmente. Quando a estrada era por outra rota, no perímetro da serra, não foram poucas as vezes em que veículos automotores desgovernados desceram a serra, sem freios e foram parar dentro da cidade. Porém, não há registro de mortes, exceto duas cruzes de décadas atrás, registrando a perda de duas vidas num acidente com um veículo automotor. Certa vez, um caminhão-caçamba de propriedade da prefeitura de Wanderley foi parar no interior das casas habitadas! Por sorte, nenhum morador, tampouco o condutor saíram feridos.

Com o desvio da estrada, numa tentativa de os engenheiros evitar a serra — o que não adiantou, porque há indicativos de que a estrada ficou ainda mais sinuosa — os acidentes parecem ter se intensificados. É visível o número de cruzes indicando falecimentos de condutores, principalmente no trecho em que hoje aconteceu mais esse acidente, vitimando duas pessoas.

Creio ter chegado o momento em que a população wanderleense precisa se unir para solicitar das autoridades competentes, a volta daquele trecho de estrada em seu curso primário, isto é, fazer com que a pista de rolamento de veículos volte a ter a sua configuração original.  Por um ou por outro lugar, o trecho é perigoso, mas pela antiga via, a mim, parece menos danoso à vida. Por dois motivos a saber: apesar de ser serra, o percurso é mais reto, enquanto a atual estrava possui uma curva muito fechada, muitas vezes, impossibilitando condutores de controlar a direção; o índice de acidentes seria bem menor.

Digo isso baseado no fato de a atual estrada exigir muito dos freios dos veículos, quando chega na curva, as lonas de freios, principalmente de veículos pesados, ou sofrera desgastes ou esquentaram, impossibilitando frenagens mais seguras.



galeria de fotos do acidente dessa tarde









sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Wanderley, novamente submersa

 Mais uma vez, o município de Wanderley, no oeste baiano amanheceu invadido pelas águas das chuvas torrenciais

Zona urbana de Wanderley. Ponte de Ferro sobre o Tijucuçu. Foto: Captura. 2024


É a terceira vez na história da cidade que o município baiano, com quase 13 mil habitantes amanhece sob águas. No verão de 1993, a estação era chuvosa, mas em Wanderley não estava chovendo à noite, via-se sinais longínquos de relâmpagos, ouvia-se pequenas rajadas de trovões, mas não havia muitas nuvens e o vento em brisa, nada ameaçador. Prova disso é que choveu pouquíssimo no perímetro urbano do município durante aquela noite. Porém, na madrugada, os habitantes da região baixa da cidade foram surpreendidos por gigantescos e velozes turbilhões de água que os atingiram impiedosamente.  Os desabrigados foram acolhidos em escolas e auxiliados com colchões, cobertores e alimentação, por meio do poder público municipal. Professores que estavam de férias se dedicaram a ajudar, o Grupo de Assistência Social (GAS), existente na época, também cumpriu papel fundamental no processo de acolhimento aos desabrigados e as igrejas ficaram de prontidão. A cidade, por pouco, não ficou em estado de sítio.


Zona rural de Wanderley. Foto: Prefeitura. 2021

         


Mais recentemente, pelos idos de 2021, nos últimos dias de dezembro daquele ano, para ser mais preciso, o perímetro urbano e zonas rurais do município também sofreram com os alagamentos. A região da Goiabeira, polo turístico wanderleense, comunidades de Quixabeira, Lagoa Grande, Poço Cumprido, região das Casas Velhas, são algumas das localidades que foram alagadas e deixando muitas famílias ilhadas e com impossibilidade de locomoção de veículos terrestres, ao ponto de o transporte ser feito apenas por helicóptero, que assistia as comunidades ribeirinhas, fazendas e sítios.


Zona urbana de Wanderley. Foto: captura. 2024


A cheia dessa madrugada, foi a mais relevante, em termos prejudiciais, dentre todas, uma vez que o riacho Tijucuçu transbordou e as águas subiram ao nível dos telhados das casas, em algumas partes da cidade. Pessoas se salvaram por pouco, após se abrigarem nos telhados.  

Barcos foram usados no salvamento e resgate de pessoas, ilhadas em seus próprios lares, devido ao alagamento.  As escolas estão sendo ocupadas pelas famílias que tiveram suas moradias alagadas. Outros moradores precisaram ser retirados de suas casas com ajuda de uma pá carregadeira, dado a inexistência de acesso ao local por veículos menos robustos. De acordo com moradores, a chuva começou por voltas das sete horas da noite de ontem e, posteriormente o Tijucuçu transbordou, atingindo centro e outras regiões da cidade. A Vila Maria foi a parte em que mais pessoas precisaram deixar suas casas. Cerca de 50 famílias estão sendo abrigadas na Escola Municipal Isaias Silva.

Há registro de internações no hospital da cidade, de alguns pacientes, dado ao alagamento e risco fatal de afogamentos.


A previsão meteorológica aponta para mais chuvas na região, para os próximos dias. A cidade continua em alerta.


Veja, a seguir, alguns vídeos cedidos pela comunidade: 









Este blog se solidariza com toda a comunidade wanderleense.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

 Agora ficou ainda mais fácil adquirir as obras literárias




do escritor baiano 

Gilson Vasco

 Além da 

 

Editora Viseu

a


Também oferece as obras do autor, por meio dos links:


https://loja.uiclap.com/titulo/ua47110/

https://loja.uiclap.com/titulo/ua47106/


Não deixe de conferir, através do link, o novo lançamento do autor:






sexta-feira, 17 de março de 2023

300 mil agradecimentos!



 Obrigado! Obrigado! Obrigado!

A cada um amigo internauta que tirou um tempinho para acessar este blog. 

Hoje, estamos chegando a marca de 300 mil...  é isso mesmo: 300 mil acessos!!!

Devo isso a cada um de vocês que passou por aqui.

Estou grato a cada um, de coração.

Continue acessando, sempre que quiser e puder. Fique à vontade para deixar comentários, caso optem por isso. 

Obrigado!

quarta-feira, 1 de março de 2023

Gentílico de Wanderley

 


Meus queridos conterrâneos wanderleenses e comunidade internauta, recebi recentemente em meus contatos um vídeo que tem gerado muitos acessos pelos moradores da Cidade de Wanderley e demais internautas. Trata-se de um senhor que possui o mesmo nome da cidade de Wanderley. No vídeo, o viajante depara com o município e resolve conhecer a cidade e registrar por meio de um drone, a região.

 Uma vez postado no canal do Youtube, muita gente tem questionado sobre o verdadeiro gentílico da cidade de Wanderley. Eis abaixo, a explicação, na visão e conhecimento deste ser que vos escreve:

 Verdade que o nome que se dá ao cidadão de uma cidade é gentílico e podemos até apontar alguns exemplos: quem nasce no Estado de Goiás é goiano; quem nasce no Estado da Bahia é baiano (observamos a perda da letra “h”); quem nasce na cidade de Goiânia é goianiense; e quem nasce na cidade de Wanderley é wanderleense, logo, o gentílico da cidade de Wanderley é wanderleense. 

 Lamentavelmente, ainda não há uma fonte segura capaz de reunir os gentílicos das cidades brasileiras. De forma que, até os dicionários brasileiros, como Houaiss, Aurélio, Michaelis, Aulete etc. ainda não conseguiram preencher as lacunas dessa discussão.

 Não se sabe em qual fonte andou bebendo, mas, erroneamente, o IBGE, fonte mais segura e confiável que temos atualmente, tem apontado o gentílico de Wanderley, como “wanderleiense”, talvez, partindo do pressuposto de que, contrariamente ao que diz o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, tentou substituir na escrita “y” por “i”, sob a ilusão de que, com essa simples mudança, estaria acertando o nome. Ora, fosse assim, teria também que substituir o “W” por “v” e, desse modo, o gentílico de Wanderley seria “vanderleiense”, o que de fato não é, uma vez que o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda expressamente o uso das letras “k”, “w” e “y”. Então, pelo qual motivo, o gentílico de Wanderley não seria “wanderleyense”? Por vários motivos, inclusive pelo fato de quase sempre, apesar de não ser regra geral, a última letra do nome da localidade tende a ser substituída por outra que se junta ao sufixo, por exemplo: o gentílico da cidade de Cajueiro, em alagoas é cajueirense. Assim, para formar o gentílico de Cajueiro, a vogal “a” foi desprezada e a vogal “e” assumiu a função da terminologia junto com o “nse” formando o sufixo “ense”. Dessa forma, aconteceu com o gentílico de Wanderley que ao perder o “y” ganhou a vogal “e”, passando, então, a wanderleense.

 Confira outros exemplos dessa mesma natureza gráfica: Japaratinga / japaratinguense; Maravilha / maravilhense; Paripueira / paripueirense; Penedo / penedense; Tucano/tucanense; Catunda / catundense; Lagarto / lagartense; Wanderlândia /wanderlandense; Neópoles – neopolitano; Cotegipe / cotegipano.

 Uma bela explicação é o caso do gentílico de Cotegipe que poderia ser “cotegipense” ou pior ainda: “cotegipiense” e para a sorte dos cotegipanos não o é. Mais uma prova que contesta o IBGE e dá consistência a este autor ao defender que o gentílico de Wanderley é wanderleense.

 Pois bem, esclarecido essa polêmica ressurgida com a divulgação do vídeo no Youtube e aproveitando que citei a cidade de Cotegipe, permita-me acrescer que  segundo as normas ortográficas vigentes da Língua Portuguesa, o nome Cotegipe deveria ser grafada com “j” passando o topônimo a ser escrito como Cotejipe, uma vez que Cotegipe é uma palavra de origem tupi-guarani e, neste caso, a regra do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa prescreve o uso da letra "j" para palavras de origem tupi-guarani. Sabemos também que o nome vem do tupi Rio das Cotias e, ao longo dos anos, a grafia foi alterada para Akuti îy-pe, Cotegipe e finalmente para Cotejipe. Porém, este autor fez questão de apresentar a grafia “Cotegipe”, em respeito aos cotegipanos, pois é dada somente a eles, a decisão de mudança ortográfica do seu município, bem como, compete a cada wanderleense grafar seu gentílico como queira, desde que sabido de que o correto é wanderleense.

 Adaptado de: História de Wanderley, Minha Cidade, Gilson Vasco 2017. Editora Kelps.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Wanderley, 38 anos!

 

AONDE ANDAM OS FRUTOS DA TERRA?



Olá, meus conterrâneos, tudo bom com todos? Neste dia 25 de fevereiro do ano em curso Wanderley completa 38 anos de emancipação e ao parabenizar a cidade e desejar anos vindouros frutíferos a todos nós, uma pergunta não quer calar porque há uma lacuna na resposta:


AONDE ANDAM OS FRUTOS DA TERRA?


No início de 2006, um desejo de entender melhor o contexto sócio-político-cultural da nossa terra natal, desde as primeiras famílias a fixarem residência em terras da região, até as atividades culturais desenvolvidas na atualidade passou a tamborilar em meu ser no mais alto grau de excitação. Uma necessidade que jamais poderia ser interrompida, a não ser pela própria concretização.

Atrevi-me. Deu-se em Historia de Wanderley, Minha Cidade, obra com quase 300 páginas. Foi um trabalho árduo, porém gratificante que me deixou satisfeito, pois continuo certo de que com a obra as futuras gerações poderão ter acesso a um material concreto a respeito da nossa terra natal e de suas raízes.

Porém, percebo que nossa cidade continua faltosa de um estudo que contemple de modo abrangente nossos artistas, os talentos da região, os frutos da nossa terra (não que eu tivesse deixado isso escapar da primeira pesquisa, mas realmente há necessidade de aprofundar). 

Quem são? Aonde andam nossos artistas das diversas áreas culturais — Música, Literatura, Fotografia, Artesanato, Pintura...? Alguns já se foram, outros continuam, mas todos precisam ser lembrados sempre.

Sabemos que na arte da MÚSICA Enedino & Ednei, Dino Marques & Billy Rossi, Ednei & Erivan, Romero & Ramon, Van Santos...; na arte da COMUNICAÇÃO Zé Bocais (introdutor da comunicação em massa de nossa cidade), Dontino, Dino Rocha, Sheila Silva, Elenaldo...; LITERATURA escritoras como Bruna Eugênia, Joselena Ferreira...; na FOTOGRAFIA artistas como Chico Foto, Zé Baixinho, Engilberto, Antônio Fotógrafo...; no ARTESANATO Lelo...; na PINTURA Dinha, Fladeandson, Isglean e muitos outros necessitam serem resgatados.

Diante da necessidade da valorização dos nossos artistas minha proposta é desenvolver uma pesquisa sobre tais talentos, transformá-la num material (livro) como registro catalográfico dos nossos frutos para que todos eles continuem vivos também nas lembranças das futuras gerações.

E você, leitor wanderleense, quer embarcar junto comigo na nova empreitada, colaborando com o encaminhamento de informações sobre nossos talentos? Isto é, toda e qualquer informação (data de nascimento, familiares, se ainda vive ou virou uma estrelinha e mudou-se para o Céu, enfim, a história) sobre nossos conterrâneos que a população considerem artistas — não importa o ramo, se músico, fotógrafo, artesão, literato...

Posso contar com você?

Então, o e-mail para você começar a me enviar materiais informativos é:

gcvasco23@hotmail.com


Modelo/Perspectiva:






Parabéns! Wanderley!! Feliz 38 anos!!!