Bem-vindo (a)

Para quem acredita na existência de Deus, há sempre uma luz radiante, ainda que a vida pareça mergulhada em profunda escuridão. Chega um momento que precisamos nos libertar dos grilhões, das amarras e correntes que nos enclausuram num pequeno mundo, sairmos da nossa caverna e irmos de encontro à luz.

sexta-feira, 17 de março de 2023

300 mil agradecimentos!



 Obrigado! Obrigado! Obrigado!

A cada um amigo internauta que tirou um tempinho para acessar este blog. 

Hoje, estamos chegando a marca de 300 mil...  é isso mesmo: 300 mil acessos!!!

Devo isso a cada um de vocês que passou por aqui.

Estou grato a cada um, de coração.

Continue acessando, sempre que quiser e puder. Fique à vontade para deixar comentários, caso optem por isso. 

Obrigado!

quarta-feira, 1 de março de 2023

Gentílico de Wanderley

 


Meus queridos conterrâneos wanderleenses e comunidade internauta, recebi recentemente em meus contatos um vídeo que tem gerado muitos acessos pelos moradores da Cidade de Wanderley e demais internautas. Trata-se de um senhor que possui o mesmo nome da cidade de Wanderley. No vídeo, o viajante depara com o município e resolve conhecer a cidade e registrar por meio de um drone, a região.

 Uma vez postado no canal do Youtube, muita gente tem questionado sobre o verdadeiro gentílico da cidade de Wanderley. Eis abaixo, a explicação, na visão e conhecimento deste ser que vos escreve:

 Verdade que o nome que se dá ao cidadão de uma cidade é gentílico e podemos até apontar alguns exemplos: quem nasce no Estado de Goiás é goiano; quem nasce no Estado da Bahia é baiano (observamos a perda da letra “h”); quem nasce na cidade de Goiânia é goianiense; e quem nasce na cidade de Wanderley é wanderleense, logo, o gentílico da cidade de Wanderley é wanderleense. 

 Lamentavelmente, ainda não há uma fonte segura capaz de reunir os gentílicos das cidades brasileiras. De forma que, até os dicionários brasileiros, como Houaiss, Aurélio, Michaelis, Aulete etc. ainda não conseguiram preencher as lacunas dessa discussão.

 Não se sabe em qual fonte andou bebendo, mas, erroneamente, o IBGE, fonte mais segura e confiável que temos atualmente, tem apontado o gentílico de Wanderley, como “wanderleiense”, talvez, partindo do pressuposto de que, contrariamente ao que diz o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, tentou substituir na escrita “y” por “i”, sob a ilusão de que, com essa simples mudança, estaria acertando o nome. Ora, fosse assim, teria também que substituir o “W” por “v” e, desse modo, o gentílico de Wanderley seria “vanderleiense”, o que de fato não é, uma vez que o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recomenda expressamente o uso das letras “k”, “w” e “y”. Então, pelo qual motivo, o gentílico de Wanderley não seria “wanderleyense”? Por vários motivos, inclusive pelo fato de quase sempre, apesar de não ser regra geral, a última letra do nome da localidade tende a ser substituída por outra que se junta ao sufixo, por exemplo: o gentílico da cidade de Cajueiro, em alagoas é cajueirense. Assim, para formar o gentílico de Cajueiro, a vogal “a” foi desprezada e a vogal “e” assumiu a função da terminologia junto com o “nse” formando o sufixo “ense”. Dessa forma, aconteceu com o gentílico de Wanderley que ao perder o “y” ganhou a vogal “e”, passando, então, a wanderleense.

 Confira outros exemplos dessa mesma natureza gráfica: Japaratinga / japaratinguense; Maravilha / maravilhense; Paripueira / paripueirense; Penedo / penedense; Tucano/tucanense; Catunda / catundense; Lagarto / lagartense; Wanderlândia /wanderlandense; Neópoles – neopolitano; Cotegipe / cotegipano.

 Uma bela explicação é o caso do gentílico de Cotegipe que poderia ser “cotegipense” ou pior ainda: “cotegipiense” e para a sorte dos cotegipanos não o é. Mais uma prova que contesta o IBGE e dá consistência a este autor ao defender que o gentílico de Wanderley é wanderleense.

 Pois bem, esclarecido essa polêmica ressurgida com a divulgação do vídeo no Youtube e aproveitando que citei a cidade de Cotegipe, permita-me acrescer que  segundo as normas ortográficas vigentes da Língua Portuguesa, o nome Cotegipe deveria ser grafada com “j” passando o topônimo a ser escrito como Cotejipe, uma vez que Cotegipe é uma palavra de origem tupi-guarani e, neste caso, a regra do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa prescreve o uso da letra "j" para palavras de origem tupi-guarani. Sabemos também que o nome vem do tupi Rio das Cotias e, ao longo dos anos, a grafia foi alterada para Akuti îy-pe, Cotegipe e finalmente para Cotejipe. Porém, este autor fez questão de apresentar a grafia “Cotegipe”, em respeito aos cotegipanos, pois é dada somente a eles, a decisão de mudança ortográfica do seu município, bem como, compete a cada wanderleense grafar seu gentílico como queira, desde que sabido de que o correto é wanderleense.

 Adaptado de: História de Wanderley, Minha Cidade, Gilson Vasco 2017. Editora Kelps.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

Wanderley, 38 anos!

 

AONDE ANDAM OS FRUTOS DA TERRA?



Olá, meus conterrâneos, tudo bom com todos? Neste dia 25 de fevereiro do ano em curso Wanderley completa 38 anos de emancipação e ao parabenizar a cidade e desejar anos vindouros frutíferos a todos nós, uma pergunta não quer calar porque há uma lacuna na resposta:


AONDE ANDAM OS FRUTOS DA TERRA?


No início de 2006, um desejo de entender melhor o contexto sócio-político-cultural da nossa terra natal, desde as primeiras famílias a fixarem residência em terras da região, até as atividades culturais desenvolvidas na atualidade passou a tamborilar em meu ser no mais alto grau de excitação. Uma necessidade que jamais poderia ser interrompida, a não ser pela própria concretização.

Atrevi-me. Deu-se em Historia de Wanderley, Minha Cidade, obra com quase 300 páginas. Foi um trabalho árduo, porém gratificante que me deixou satisfeito, pois continuo certo de que com a obra as futuras gerações poderão ter acesso a um material concreto a respeito da nossa terra natal e de suas raízes.

Porém, percebo que nossa cidade continua faltosa de um estudo que contemple de modo abrangente nossos artistas, os talentos da região, os frutos da nossa terra (não que eu tivesse deixado isso escapar da primeira pesquisa, mas realmente há necessidade de aprofundar). 

Quem são? Aonde andam nossos artistas das diversas áreas culturais — Música, Literatura, Fotografia, Artesanato, Pintura...? Alguns já se foram, outros continuam, mas todos precisam ser lembrados sempre.

Sabemos que na arte da MÚSICA Enedino & Ednei, Dino Marques & Billy Rossi, Ednei & Erivan, Romero & Ramon, Van Santos...; na arte da COMUNICAÇÃO Zé Bocais (introdutor da comunicação em massa de nossa cidade), Dontino, Dino Rocha, Sheila Silva, Elenaldo...; LITERATURA escritoras como Bruna Eugênia, Joselena Ferreira...; na FOTOGRAFIA artistas como Chico Foto, Zé Baixinho, Engilberto, Antônio Fotógrafo...; no ARTESANATO Lelo...; na PINTURA Dinha, Fladeandson, Isglean e muitos outros necessitam serem resgatados.

Diante da necessidade da valorização dos nossos artistas minha proposta é desenvolver uma pesquisa sobre tais talentos, transformá-la num material (livro) como registro catalográfico dos nossos frutos para que todos eles continuem vivos também nas lembranças das futuras gerações.

E você, leitor wanderleense, quer embarcar junto comigo na nova empreitada, colaborando com o encaminhamento de informações sobre nossos talentos? Isto é, toda e qualquer informação (data de nascimento, familiares, se ainda vive ou virou uma estrelinha e mudou-se para o Céu, enfim, a história) sobre nossos conterrâneos que a população considerem artistas — não importa o ramo, se músico, fotógrafo, artesão, literato...

Posso contar com você?

Então, o e-mail para você começar a me enviar materiais informativos é:

gcvasco23@hotmail.com


Modelo/Perspectiva:






Parabéns! Wanderley!! Feliz 38 anos!!!









quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

200 mil agradecimentos!



Obrigado! Obrigado! Obrigado!

A cada um amigo internauta que tirou um tempinho para acessar este blog. 

Hoje, estamos chegando a marca de 200 mil...  é isso mesmo: 200 mil acessos!!!

Devo isso a cada um de vocês que passou por aqui.

Estou grato a cada um, de coração.

Continue acessando, sempre que quiser e puder. Fique à vontade para deixar comentários, caso optem por isso. 

Obrigado!

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

100 mil agradecimentos!

 



Obrigado a cada um amigo internauta que tirou um tempinho para acessar este blog. 

Hoje, estamos chegando a marca de cem mil acessos e eu devo isso a cada um de vocês que fez o acesso.

Estou grato a cada um, de coração.

Continue acessando, sempre que quiser e puder. Fique à vontade para deixar comentários, caso optem por isso. 

Obrigado!

Gilson Vasco

domingo, 1 de janeiro de 2023

Texto literário premiado

 


Meus queridos leitores, minhas queridas leitoras,

Foi com muita felicidade que recebi a notícia de que, mais uma vez, o conto da minha autoria, O cego e o burro, foi premiado. A narrativa já havia sido premiada com a divulgação num grande jornal goiano de circulação em massa, por alguns blogs e, agora, foi a vez de a revista Ecos da Palavra, edição nº 14 (novembro dezembro) republicá-lo.


Certificado de participação

Capa revista nº 14 Ecos da Palavra



Clica no link para conferir texto na íntegra http://escritorgilsonvasco.blogspot.com/2011/10/o-cego-e-o-burro.html ou https://revistaecosdapalavra.blogspot.com/ para ir direto para a revista.





domingo, 27 de novembro de 2022

Alma de Escritor - Essência do meu Ser

 Obra autobiográfica do autor


Link para aquisição nos formatos físico e digital:

Em comemoração ao seu décimo livro publicado, o escritor Gilson Vasco apresenta ao leitor Alma de escritor – Essência do meu ser. Obra que traz à tona um pouco da alma deste escritor, sua formação acadêmica, criação literária, gosto do autor pela leitura e, sem nenhuma pretensão audaciosa de querer tentar ensinar alguém a escrever, pontua alguns artifícios sobre a escrita.

 

Trecho do texto da obra

  

Viva! Cheguei ao meu décimo livro publicado. Trago nesta nova obra uma tentativa de mostrar um pouco da minha alma de escritor, formação acadêmica e da minha criação literária. Aproveito a oportunidade também para falar do meu gosto pela leitura e, por que não, elucidar alguns artifícios sobre a escrita.

Sei que alguns leitores e críticos irão considerá-la uma espécie de autobiografia — e não estarão errados não —, mas prefiro preveni-los de que, o que se segue, não é um manual do escritor. Não há nenhum manual que torna alguém escritor. São apenas algumas lembranças coerentes da minha adolescência e juventude, e alguns vislumbres da minha infância, porque os dias da minha infância se perdem a algo muito ocasional, semelhantes a poucas agulhas lançadas num palheiro gigante e um míope posto forçado a procurá-las.

Penso que minhas lembranças somente começaram a po­voar e fazer moradia em meu cérebro após os sete ou oito anos da minha existência — embora eu queira estar errado. O que sei de antes é tudo muito vago. Por isso, disse que esta obra não é necessariamente uma autobiografia. Está mais para uma espécie de demonstrativo de como fui, aos poucos, me tornando um escritor. Sim, fui me formando um escritor. Não me fiz escritor, me tornei um escritor.

Concordo plenamente com aqueles que acreditam que escritores não possam ser feitos. É por acreditar que muitas pessoas têm pelo menos algum talento para escrever ou contar histórias que creio que compete a cada um decidir afiar ou não esse talento. O meu foi — e continua sendo — aguçado cotidianamente. Ora, não fosse assim, que graça teria escrever um livro como este? Seria, no mínimo, perda de tempo.

Nada do que digo aqui parece ser — e realmente não é — novidade. Se houver alguma inovação é a maneira de dizer aquilo que digo em todos os lugares, oral ou escrito. Já disse, em outra introdução, de outra obra, que quando meus pais, irmãos e eu morávamos em um sítio, era comum, durante as noites, nos reunirmos, à beira de uma fogueira, e papai e mamãe nos contar histórias das mais variadas temáticas. As histórias de crendices populares, narradas por mamãe, eram — continuam sendo e acho que serão para o resto da minha vida — as minhas favoritas.

Assim que passei a frequentar a escola, quando precisava fazer uma redação para a professora era a essas histórias, contadas por mamãe, que eu recorria, mudando uma coisa ali, outra acolá, até chegar às histórias e lendas inéditas, surgidas das profundezas do meu inconsciente.

Creio que cada ser em si é uma pequena porção de tudo aquilo que vai encontrando durante o caminhar. E foi o que aconteceu comigo. Quando me percebi eu era escritor. Minha essência é o delinear, o escrever. Repito: não há nenhum manual que torna alguém escritor, não se torna escritor da noite para o dia, não há varinha de condão para isso. Tudo necessita de treino, talento, dedicação e Fé — eu ia dizer sorte, mas quem tem Fé não precisa de sorte. 


Prefácio








A torre

 

Em A torre, cinco adolescentes de uma pequena cidade do interior encontram uma forma de fazer um verão durar toda uma vida. Com a curiosidade ao extremo, eles não titubeiam, saem numa expedição cruzando bairros, becos e pontes da cidade, andando pelos vales e florestas, passando por cima de todos os obstáculos que a jornada lhes punha no caminho para desvendar mistérios criados em torno de uma torre, plantada no alto de uma montanha, tendo a oportunidade de ver de perto como é tudo por lá. Faça parte desta expedição, embarque junto com eles nesta viagem, rumo à torre, que traz à tona questões sobre amizade, lealdade, sentimentos-de-perda, crescimento pessoal e aflorando outras emoções.

Link para aquisição da obra: https://www.editoraviseu.com.br/a-torre-prod.html encontrada na forma física e/ou digital (e-books)



Estação dos contos

Estação dos Contos é uma obra contida de dezesseis primordiais contos de várias temáticas, na qual, o autor, usa de sua experiência adquirida no convívio do dia a dia para narrar situações que podem acontecer na vida de seres humanos, porém não é comum que ocorram com todo mundo.

Os textos em Estação dos Contos estão associados à temática das estações do ano: cada bloco de quatro contos contempla, de maneira intercalada, uma estação do ano. “Aprendiz de inocente”, conto que abre a coletânea é narrado num cenário primaveril capaz de impregnar as narinas do leitor com o mais adocicado perfume das flores da estação, enquanto “Boi-Cachorro”, segundo conto do livro — e que narra trechos da história do medo do autor na infância quando a família fora pega de surpresa com um touro e um vaqueiro, montado num cavalo, invadindo o quintal da casa onde morava — e derrama sobre a visão do leitor o ar característico do verão; O apanhador de sapos leva o leitor a uma viagem pelos pântanos citadinos numa época de intenso frio; e O olho mágico coloca o leitor como um dos elementos da história que se passa nas imediações de uma antiga construção em ruínas, espécie de analogia ao declínio da natureza pelos estigmas outonais. Os demais contos seguem fazendo jus às estações, sem nada deixar a desejar.

 Essa engenhosidade do autor na arte de escrever contos possibilitou a criação de belíssimos textos inseridos numa mesma coletânea. Vindo desse contista, Estação dos Contos, não seria para menos, Como ele mesmo costuma dizer: “Se o tempo modernizou apagando as chamas do fogão a lenha e as redes na varanda já perderam os seus ganchos, embarque na Estação dos Contos e aperte o cinto, a viagem vai começar”.

Link para aquisição física e/ou e-books: https://www.editoraviseu.com.br/estac-o-dos-contos-prod.html



 

Lembranças dos tempos de escola

Em Lembranças dos Tempos de Escola o narrador discorre sobre suas peripécias vividas dentro e fora da sala de aula duran­te os tempos de escola.

Tudo se inicia quando depois de receber um cartão-postal de um amigo de infância, os pensamentos do personagem nuclear se voltam para as lembranças do passado, desde quando ainda morava no sítio com a sua família e passara a frequentar a escola... De maneira poética, com uma pitada de humor, o narrador engendra uma narrativa divertida, enquanto segue descrevendo suas alegrias, tristezas e aventuras vividas com seus amigos durante os tempos de escola. Depois de reconstruir diversas lembranças dos tempos de escola, o cômico se transforma em trágico, já que o narrador se derrete em lágrimas, ao se recordar, principalmente, do fim que tiveram alguns dos seus amigos...  

Link para aquisição: https://www.editoraviseu.com.br/lembrancas-dos-tempos-de-escola-prod.html